“Em Julho de 1996 apanhei um avião da Força Aérea para Sarajevo. O cerco à cidade tinha terminado há três meses. Pessoas que não conheci tornaram-se memórias que não me deixaram. Dois anos depois voltei a Sarajevo. Tinha que voltar. Tinha que encontrar pessoas de carne e osso. Este filme é o cruzamento de uma … Continue a ler Diários da Bósnia
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