As divertidas aventuras de um grupo de animais que tentam evadir-se de um laboratório de experiências.
A Fuga para a Liberdade
Clémentine Collard, Jean-Pierrick Muggianu, Gabriel Nguyen, Cédric Nivoliez, Animação, França, 2010, 7'
Quando o lixo só cresce e os adultos não dão conta do problema, uma corajosa equipa entra em ação para derrotar os inimigos do bairro: O atrapalhado Lixeira Furada e seu comparsa, Capitão Sujeira. Uma aventura repleta de imaginação e fantasia, que apresenta o olhar de crianças sobre o lugar em que vivem.
Simon tem que conduzir a sua velha tia Mala e duas das suas amigas, Lydia e Colette até à beira-mar. No caminho recebe um telefonema da sua namorada, Alice, que se torna numa discussão. Como avós judias que o são, as três velhas senhoras vão imiscuir-se, o que, naturalmente, nada resolve…
Nos Filminhos à Solta de Dezembro há muitas surpresas à nossa espera! Vamos ver o que acontece quando uma bailarina se transforma num monstro e uma floresta se transforma em cidade. Um pai diz adeus à sua filha e todos sentimos saudades. Fazemos as malas para ir de viagem mas acabamos a tentar salvar um grupo de animais. Logo depois interrompemos um piquenique porque há um polvo em apuros e tudo acaba com o herzafen a tentar voar. Será que vai resultar?








Centro Cultural Malaposta – Odivelas
6, 13, 20 e 27 Dezembro às 16h15 – Sessão famílias
Sessões para escolas mediante marcação prévia
Bilhetes sessão famílias: 3 €
malaposta@malaposta.pt • Tel: 219 383 100 • www.malaposta.pt
Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro – Telheiras
12 Dezembro às 11h00 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
13 Dezembro às 11h00 – Sessão famílias
Bilhetes sessão famílias: 4 €
servicoeducativo@zeroemcomportamento.org • Tel: 213 160 057
Museu Coleção Berardo – Belém
6 Dezembro às 16h00 – Sessão famílias
Bilhetes: 4 € • servicoeducativo@zeroemcomportamento.org
Tel: 213 160 057 • www.museuberardo.pt
Teatro Faialense – Faial
28 de Dezembro às 17h00 – Sessão famílias
teatro.faialense@urbhorta.pt • 292 292 017
Auditório Carlos Paredes – Benfica
10 Dezembro às 11h – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
14 Dezembro às 11h30 – Sessão para famílias
Bilhetes: 4 € • servicoeducativo@zeroemcomportamento.org
Tel: 213 160 057 • www.jf-benfica.pt
Centro Cultural do Cartaxo
5 Dezembro às 10h30 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
14 Dezembro às 15h30 – Sessão famílias
Bilhetes sessão famílias: 2 €
Tel: 243 701 600 • facebook.com/centroculturalcartaxo
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Moita
14 Dezembro às 11h00 – Sessão famílias
Entrada gratuita
Tel: 210 888 900 • forum.cultural.jmf@mail.cm-moita.pt
www.cm-moita.pt
Auditório Municipal Augusto Cabrita – Barreiro
13 Dezembro às 10h30 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
13 Dezembro às 14h00 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
21 Dezembro às 16h00 – Sessão famílias
Entrada gratuita
Tel: 212 147 410 • Cultura@cm-barreiro.pt • www.cm-barreiro.pt
É o Maestro que nos ajuda a preparar a sessão do mês. Há monstros para vencer com o Aleksander, refeições para cozinhar com o Mancha e o Manchinhas e tratar da doença estranha do irmão da Miriam. Continuar a ler
A aventura começa com um menino que tem medo de brincar na rua e com o mistério das pinturas por resolver. Logo de seguida, vamos ver o que acontece quando o inverno e o verão se conhecem e descobrir imensas cores diferentes. O galo e a galinha chamam a nossa atenção e até a Miriam vem espreitar esta enorme confusão. Entretanto alguém rouba o Sol e o Mancha e Manchinhas e a nuvem fofinha querem ajudar. Acabamos na selva a investigar um barulho estranho!










Centro Cultural Malaposta – Odivelas
1, 8, 15, 22 e 29 Novembro, às 16h15 – Sessões famílias
Sessões para escolas mediante marcação prévia
Bilhetes sessão famílias: 3 €
malaposta@malaposta.pt • Tel: 219 383 100 • www.malaposta.pt
Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro – Telheiras
28 Novembro às 11h00 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
29 Novembro às 11h00 – Sessão famílias
Bilhetes sessão famílias: 4 €
servicoeducativo@zeroemcomportamento.org • Tel: 213 160 057
Museu Coleção Berardo – Belém
8 Novembro às 16h00 – Sessão famílias
Bilhetes: 4 € • servicoeducativo@zeroemcomportamento.org
Tel: 213 160 057 • www.museuberardo.pt
Teatro Faialense – Faial
23 de Novembro às 17h00 – Sessão famílias
teatro.faialense@urbhorta.pt • 292 292 017
Auditório Carlos Paredes – Benfica
21 Novembro às 11h – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
23 Novembro às 11h30– Sessão famílias
Bilhetes: 4 € • servicoeducativo@zeroemcomportamento.org
Tel: 213 160 057 • www.jf-benfica.pt
Centro Cultural do Cartaxo
13 Novembro às 10h30 – Sessão escolas (mediante reserva prévia)
30 Novembro às 15h30 – Sessão famílias
Bilhetes sessão famílias: 2 €
Tel: 243 701 600 • facebook.com/centroculturalcartaxo
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Moita
30 Novembro às 11h00 – Sessão para famílias
Entrada gratuita
Tel: 210 888 900 • forum.cultural.jmf@mail.cm-moita.pt
www.cm-moita.pt
Auditório Municipal Augusto Cabrita – Barreiro
2 Novembro às 16h00 – Sessão famílias
Bilhete para sessão famílias: 3 €
Tel: 212 147 410 • Cultura@cm-barreiro.pt • www.cm-barreiro.pt
Existe um bosque ancestral na Península Ibérica que conserva uma biodiversidade extraordinária: é o Montado. Na Idade Média as comunidades rurais decidiram eliminar parte dos bosques que rodeavam as suas vilas de modo a evitar emboscadas por parte de invasores. Esta estratégia bélica foi-se estendendo paulatinamente ao longo das planícies douradas, dando origem a um modelo florestal tipicamente ibérico onde o aproveitamento de recursos conviveu sempre em harmonia com a vida selvagem.
Desde então, as aves mais lendárias do Mediterrâneo constroem os seus ninhos nos ramos destas velhas árvores e, sob as suas copas, uma infinidade de seres participa no banquete dos frutos, enquanto outra multitude de criaturas se esconde nas suas concavidades. Mas acima de tudo, o Montado é um campo de batalha – é o lugar onde os grandes herbívoros se desafiam, onde águias formidáveis caçam, onde, sob a pressão dos mangustos, convivem os maiores répteis da Europa e onde atrás das flores se escondem predadores com as camuflagens mais fantásticas.
O Montado é um ecossistema semi-natural criado pelo homem há centenas de anos. Caracterizado pelo clima mediterrânico, a Península Ibérica é o lugar onde atinge maior expressão, ocupando um terço de toda a sua área florestal (56% em Portugal e 44% em Espanha). Equiparado à Amazónia, à savana africana, aos Andes ou ao Bornéu, o montado é hoje um dos 35 santuários mundiais da biodiversidade, oferecendo abrigo e alimento a mais de 160 espécies de aves, 24 espécies de répteis e anfíbios, 37 espécies de mamíferos, algumas das quais em elevado risco de extinção como o lince ibérico ou a águia-imperial, e ainda a muitas outras espécies vegetais. Por tudo isto, estes extensos bosques de sobreiros e azinheiras representam um dos símbolos mais importantes do nosso país, trazendo-lhe inúmeros benefícios.
A nível ambiental, o montado cumpre funções importantíssimas: fixa até 14 milhões de toneladas de CO2 por ano, combate o aquecimento global e a desertificação, controla a erosão e regula o ciclo hidrológico. Do ponto de visto económico, ele garante um rendimento de mais de 900 milhões de euros por ano ao nosso país, servindo de suporte à indústria da cortiça mas também a outras actividades de valor cultural incomensurável que caracterizam a identidade regional: o pastoreio, a recolha de frutos para alimentação animal, as culturas agrícolas, as actividades cinegéticas. Tendo nascido graças à intervenção do homem para efeitos de defesa e aproveitamento de recursos, a utilização informada e responsável desta paisagem cultural continua a ser indispensável para a sua preservação e sustentabilidade.
Num dos bosques mais antigos da Europa, têm subsistido, ao longo de milhões de anos, muitas espécies vegetais de origem arcaica.
Sobre estas árvores, três grandes águias que acabam de chegar de uma épica travessia iniciada em África, vigiam o solo em busca de répteis e serpentes, até que finalmente mergulham a grande velocidade, atacando violentamente as suas presas.
Mas ao lado desta espécie africana voam também as águias-imperiais-ibéricas, espécie endémica da nossa fauna e em vias de extinção, o que faz dela uma das aves mais raras do mundo. Quando a sua sombra se projecta sobre as planícies do montado, todos os seus habitantes estremecem, sobretudo os coelhos, em cuja caça se especializaram.
Utilizamos estas ameaçadoras personagens aéreas não só para proporcionar o drama que o filme pede mas também para viajar através das diferentes paisagens que compõem este ecossistema.
Já no solo, onde desabrocham inúmeras espécies de flores, vamos descobrir um universo misterioso formado por uma multitude de plantas e de fauna invertebrada com ritos únicos, como as aranhas-caranguejo que se tornam invisíveis aos olhos das suas presas ao adoptarem a cor das plantas; as aranhas-lobo, que perseguem as presas em movimento; as aranhas-tigre que tecem teias de seda mortais; ou ainda as aranhas-religiosas, que devoram o próprio cônjuge.
Recorrendo a drones e helicópteros para capturar poderosas imagens aéreas, sobrevoaremos montados que atravessam o Alentejo, a Andaluzia, a Estremadura e Castela e Leão. A partir destas localizações, presenciaremos a chegada de novos inquilinos provenientes de países longínquos como os pombos reais, os milhafres, os abutres de cara amarela ou os abutres do Egipto, que se deixam ficar por estas paradas antes de regressarem às respectivas estâncias de reprodução, proporcionando uma azáfama maravilhosa.
É Primavera e as famílias de coelhos aparecem à entrada dos covis – sem dúvida a pedra angular desta paisagem mediterrânica porque constitui a base da cadeia alimentar de vários predadores. A sua estratégia de sobrevivência consiste em garantir a existência de muitos para conseguir a sobrevivência de apenas alguns e por isso estas famílias têm mais de nove crias a cada ninhada e reproduzem-se várias vezes por ano.
É por esta altura que se revela uma das razões mais importantes para os homens terem desbastado este terreno: todo o manto vegetal se converte numa grande extensão de pastos para o gado. Touros bravos, ovelhas, vacas andaluzas e uma série de outras espécies bovinas e suínas partilham o alimento com outros herbívoros selvagens; como os cervos, os gamos e os muflões.
Mas entre toda esta fauna vive também o mangusto africano… É um grande caçador de serpentes, cujo corpo está desenhado para se infiltrar nos arbustos e para se arrastar através do solo, mas é também um predador de coelhos. Extraordinariamente agressivo mas também muito cauteloso, é um mamífero difícil de observar, que corre sérios riscos de vida nesta sua emboscada porque vive no mesmo território que o maior felino da fauna ibérica: o lince. Qualquer mangusto que se cruze no caminho do grande gato será aniquilado e deixado ao abandono, porque o lince elimina qualquer ser vivo que compita consigo na perseguição daquele que é o seu alimento mais apreciado e quase exclusivo: o coelho.
É através desta intriga que entraremos no território do lince, para revelar a vida privada deste grande carnívoro que protagoniza certamente um dos momentos mais belos desta obra.
Apesar de não existirem assim tantos lugares onde se possam esconder, o montado também oferece abrigo a alguns dos maiores répteis da Europa: o sardão, um impressionante devorador de insectos e de pequenos vertebrados, ou a grande cobra bastarda, que se converteu numa lenda graças à sua dimensão que facilmente supera os dois metros de comprimento. Extremamente astuta, é capaz de combinar as duas técnicas de caça utilizadas pelas serpentes: a constrição, por asfixia das vítimas, e o envenenamento, por paralisação.
Com o passar dos dias as temperaturas sobem e o calor põe em perigo a sobrevivência dos seus habitantes. É então que os répteis saem de cena, ocultando-se nas profundezas do subsolo para dar início ao período de estivação.
Ao mesmo tempo, o mundo vegetal enfrenta o seu maior drama. Apesar das suas estratégias milenares para evitar a desidratação, as árvores são atacadas não só pelos escaravelhos devoradores mas também pelo seu inimigo mortal: um fungo que se encontra no subsolo e que consome as suas raízes ancestrais, impossibilitando-as de absorver alimento. Mas nas suas copas, com mais de dois metros e meio de envergadura, os abutres negros suportam o calor, protegendo-as da insolação como um chapéu de sol. Esta, que é a maior ave voadora da Europa, observa as redondezas a partir deste poleiro, em busca de cadáveres.
Ao cair do sol, o calor começa a diminuir a pouco e pouco, dando tréguas às populações do montado. É quando um novo exército de animais em luta pela vida faz a sua aparição. Os raros oásis que se encontram nas redondezas transformam-se agora em lugares de reunião para os animais selvagens.
Muitos, ávidos de água, aproximam-se para beber, mas tantos outros descobriram o local ideal para caçar. Grandes mochos, alucos e corujas substituem assim as grandes águias nos seus lugares de vigia. São elas o verdadeiro perigo da noite que, apesar da sua visão aguçada, usa a audição como principal arma de caça. Os pequenos roedores, mamíferos insectívoros, as lebres ou os coelhos são algumas das suas presas potenciais. Mesmo a grande distância conseguem localizar a sua posição exacta e, graças a uma plumagem sofisticada que lhes permite realizar um voo absolutamente silencioso, atacam as presas por via da surpresa, aparecendo-lhes à frente como se fossem fantasmas.
Já o mangusto é substituído pela fuinha. Capaz de se mover agilmente pelos ramos das árvores e através do solo, caçam tanto pássaros durante o sono como outros pequenos mamíferos que se deslocam entre as árvores ou nos pastos mais próximos.
Mas, a fauna invertebrada também se faz representar durante a noite. Caçadores implacáveis dotados de um ferrão venenoso, os escorpiões ocultam-se em lugares estratégicos e ficam à espreita de algum insecto desafortunado que se atravesse no seu caminho. Nesse momento, atiram-se sobre a presa fixando-a com as suas pinças e injecta nela o seu ferrão repetidamente, até lhe causar a morte.
Este lado mais fatídico da vida de qualquer aracnídeo, muda radicalmente quando os vemos entregues às tarefas de reprodução. Dando à luz mais de trinta crias que carregam consigo até se emanciparem, as aranhas possuem um instinto canibal que por vezes pode determinar a morte de alguns elementos da ninhada. Recorrendo a potentes teleobjectivas, filmámos a rotina destes animais incríveis, tão pouco conhecidos, procurando acrescentar à sua má reputação o seu lado mais amável.
É então que, mal despontam os primeiros raios da aurora, se começam a ouvir ruídos inéditos. Desde há centenas de anos que o homem firmou um compromisso com este território, extraindo a cada nove anos a cortiça dos sobreiros a troco de protecção contra o fogo. Com efeito, a cortiça é um material ignífugo que os sobreiros desenvolvem para se protegerem dos incêndios florestais – um recurso natural exemplificativo da exploração sustentável.
Filmámos este processo ancestral no maior montado da península, enquanto assistimos à azáfama da fauna em redor, representando o homem e a sua actividade apenas como mais um elemento que compõe esta paisagem cultural multifacetada e interdependente.
Conduzindo as suas mulas através dos vales, carregando o fardo, os homens chegam então ao chamado ‘pátio da cortiça’, onde se pesa e selecciona a matéria-prima. Depois de terminarem o seu trabalho, as mulas são levadas até ao ribeiro mais próximo para apaziguarem a sua sede. É durante esta transição que introduzimos o espectador ao pescador mais implacável da fauna ibérica: o martim-pescador. Utilizando uma câmara capaz de registar mais de 1500 imagens por segundo, filmamos as preciosas artes piscatórias desta minúscula ave que com a ajuda das suas pequenas asas é capaz de se lançar como um verdadeiro projéctil sobre a superfície da água, capturando as suas presas desprevenidas.
É desta vez, junto das cegonhas brancas e negras, que assistimos ao fenómeno migratório de regresso ao continente africano, no final da sua época de reprodução.
As nuvens aproximam-se anunciando que algo vai mudar. Em pouco tempo a chuva muda a aparência do montado e imediatamente surgem novas flores, ressuscitando as grandes extensões douradas.
Do interior do bosque, começam a ouvir-se os bramidos dos cervos preparando-se para o momento da batalha. Os maiores machos surgem das zonas mais densas do bosque para se colocarem à mostra no meio das planícies, convocando os adversários. Os machos sucedem-se assim em combates que podem chegar até à morte para consagrar um último vencedor ao qual será concedido um harém de fêmeas. Entre os derrotados encontrar-se-ão feridos, sobreviventes e ainda outros que passarão a ser alimento dos animais necrófilos.
É nesse momento que um exército de abutres desce do céu, voando em círculos por cima dos cadáveres. Emitindo uma série de sinais que alertam o grupo para a existência de alimento, as aves acumulam-se no solo em função de uma hierarquia determinada pela agressividade do mais esfomeado. Poucos minutos depois já só sobram ossos. Com efeito, os abutres desempenham um papel vital na sustentabilidade do montado. Encarregues da limpeza do campo, evitam assim o desenvolvimento de inúmeras doenças.
Por fim, levantam voo e nós levantamos voo com eles. A partir do céu contemplamos a imensidão e a variedade deste ecossistema único que é tão característico da identidade do nosso país.
Neste momento, as chuvas já pararam e as árvores começam a dar fruto. Surgem as primeiras bolotas pelas quais muitos animais estavam à espera. Mas não são apenas os animais residentes que usufruem delas. A partir do norte da Europa chegam milhares de aves em busca deste precioso alimento. É aqui no montado que várias comunidades de grous permanecem durante o inverno até receberem a chamada para a reprodução que as faz regressar mais uma vez aos seus países de origem.
RTP Notícias
Público
Relatório de imprensa
É um naturalista, produtor e realizador de documentários sobre a vida selvagem. É o primeiro espanhol a conseguir apoio e financiamento das televisões mais prestigiadas do mundo como a National Geographic Television, a BBC (Natural History Unit), a Survival Anglia Television, o Canal + Espanha, o Canal + França, a Terra Mater Factual Studios e o Parthenon Entertainment. Os seus projectos têm uma grande repercussão no mercado internacional de documentários ganhando vários prémios e sendo emitidos por televisões em todo o mundo. Joaquín Gutiérrez Acha trabalha também para revistas prestigiadas do setor (Periplo, Geo, Natura, Quercus) e realiza os seus próprios textos e fotografias. No seu currículo conta também com vários prémios de fotografia de natureza e conseguiu mais de vinte capas de jornal. O seu arquivo é comercializado atualmente pela prestigiosa agência britânica OSF (Oxfor Scientifics Films) e as suas imagens em movimento são comercializadas pela National Geographic Digital Motion. É membro da International Association of Wildlife Film Makers.
Coproduzido por:
Pandora Da Cunha Telles, Pablo Iraola
Escrito e realizado por:
Joaquín Gutiérrez Acha
Narrado por:
Joana Seixas
Produtores executivos:
José María Morales, Miguel Morales, Carmen Rodriguez
Direcção de produção:
Carmen Rodriguez
Direcção de fotografia:
Joaquín Gutiérrez Acha
Música:
Pablo Martin Caminero
Montagem:
Iván Aledo
Som:
Carlos De Hita
Câmaras adicionais:
Rubén Cebrián, Luke Massey
Pós-produção de som:
Juan Ferro
Consultores:
Salvador Suano, Mario Cea, Jorge Borges
Produzido por:
Wanda Natura, Ukbar Filmes
Género:
Documentário de natureza
Período de rodagem:
18 -20 meses
Locais de rodagem:
Alentejo (Pt), Andaluzía (Es), Estremadura (Es), Castilla-León (Es), Conclusão do filme 2020
Produtor:
José María Morales
Rock Industrial, chamam-lhe. Os Bizarra Locomotiva são, em Portugal, a banda que melhor representa esse grito de raiva e neurose, música para escombros urbanos na era da tecnologia. Formados por Rui Sidónio e Armando Teixeira para participar no concurso de Música Moderna da Câmara Municipal de Lisboa de 1993, que venceram, editaram o homónimo álbum de estreia no ano seguinte. Ao longo de duas décadas, a formação foi sofrendo alterações, a música, ora mais sintética, contaminada pela máquina, ora guiada pelo impulso visceral de um rock mais brutal, directo, manteve um centro definido: A opressão de um homem agrilhoado pela moral e pela tecnologia. É essa a base de álbuns conceptuais como “Bestiário”, de 1998, ou “Homem Máquina”, de 2002. “Álbum Negro”, com texto de apresentação do escritor José Luís Peixoto e com a participação de Fernando Ribeiro, vocalista dos Moonspell, em “O Anjo Exilado”, foi editado em 2009 e é, até ao momento, o último álbum da banda.
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Tó Trips, com passado em bandas rock como os Lulu Blind, e Pedro Gonçalves, vindo da área do jazz, formaram os Dead Combo depois de um concerto do americano Howe Gelb, em Lisboa, em 2003. No ano seguinte, o guitarrista e o contrabaixista editaram o álbum de estreia, “Vol. 1”, primeira revelação de uma música instrumental marcada por latinidade melancólica, muito portuguesa, que acolhe outras referências, como Ennio Morricone, Astor Piazzolla ou Tom Waits. Com “Vol. 2 – Quando a Alma não é Pequena” (2006) e “Lusitânia Playboys” (2008), os Dead Combo marcaram o seu lugar enquanto uma das bandas mais relevantes do cenário português da primeira década do século XXI. Mantendo uma relação próxima com o cinema, colaboraram com realizadores como Bruno de Almeida, Edgar Pêra ou o fotógrafo também realizador Daniel Blaufuks. Levaram até Tallin, na Estónia, integrados na programação da Capital Europeia da Cultura 2011, a banda-sonora que compuseram para “O Homem da Câmara de Filmar”, de Dziga Vertov.
Pioneiros do Hip-Hop português, os Dealema estrearam-se em 1996 com o EP “Expresso do Submundo”. Têm dois álbuns editados, “Dealema”, de 2003 e “V Império”, de 2008. Todos os membros desenvolvem actividades paralelas. Fuse editou “Inspector Mórbido”, Ex-Peão teve a sua estreia a solo com “Máscara” e Maze com o EP “Homem Em Missão”.
Os Diabo na Cruz lançaram o EP “Dona Ligeirinha” em 2009 e, num momento em que a música popular urbana portuguesa estreitava laços com a sua língua, tradições e imaginário, não tardaram a destacar-se como um dos nomes emblemáticos da nova vaga. São formados por Jorge Cruz, que liderara os Superego nos anos 1990, antes de iniciar uma carreira a solo, por B Fachada e Bernardo Barata, também eles actores destacados no actual panorama musical, o primeiro a solo, o segundo enquanto baixista dos Feromona e do Real Combo Lisbonense. Completam a banda o baterista João Pinheiro (também dos Real Combo Lisbonense, Gnu e TV Rural) e o teclista João Gil (You Can´t Win, Charlie Brown). Tendo como ideia fundadora o cruzamento de energia rock com a tradição dos cantautores e as músicas portuguesas de raiz, os Diabo Na Cruz lançaram o seu álbum de estreia, “Virou!”, em 2010. A extensa digressão que se lhe seguiu, e as lotações esgotadas com que se foram deparando, confirmaram-nos como uma das bandas mais populares e respeitadas da música portuguesa actual.
Nasceu nas Caldas da Rainha e ali se descobriu como DJ e produtor. A participação em vários campeonatos nacionais de DJ, de onde saiu distinguido quatro vezes como vencedor, tornaram-no um nome reconhecido no Hip-Hop nacional. A revelação para além do meio chegaria com “Turntable Food”, o seu primeiro álbum, início de um percurso eclético e surpreendente que o encontra, hoje, entre os mais distintos e respeitados criadores da música portuguesa. Para além das edições em nome próprio que se seguiram (“Beat Journey”, em 2009, e “Psychedelic Sound Waves”, em 2010), Ride mantém intensa actividade enquanto DJ, pertence ao Trip Hip Hop Supa e colabora com músicos jazz como Rodrigo Amado, André Fernandes ou Gabriel Ferrandini. Multifacetado, integra a banda de palco de Rocky Marsiano, alter-Ego do MC e produtor de Mars e foi, por exemplo, um dos músicos da banda sonora do espectáculo As Lágrimas de Saladino, do bailarino e coreógrafo Rui Horta.
J. P. Simões nasceu em 1970. Autor e compositor, foi guitarrista dos Pop Dell’Arte antes de dar voz aos Belle Chase Hotel, com quem gravou “Fossanova” (1999) e “La Toilette des Étoiles” (2000). Autor de “A Ópera do Falhado”, estreada em 2003, regressa aos discos dois anos depois com o Quinteto Tati: “Exílio”. Em 2007 edita o seu primeiro álbum a solo “1970” e em 2009 “Boato”, álbum ao vivo onde recolhe canções de todas as fases da sua carreira. A sua actividade estende-se ao cinema. Escreveu o argumento e assinou a banda sonora de “Jantar em Lisboa”, filme de animação de André Carrilho. É também o autor da banda sonora “Pele”, de Fernando Vendrell. Em 2007, editou o livro de contos “O Vírus da Vida”.
O lançamento de uma maquete homónima, em 2005, precipitou tudo. Os concertos e o passa-palavra informático que se seguiu, via MySpace, transformaram rapidamente os Linda Martini como um fenómeno de culto, capaz de esgotar salas antes da edição de qualquer registo oficial. A transformação da maquete em EP disponível no mercado e um single como “Amor Combate” ajudaram a aumentar a visibilidade da banda, formada por André Henriques, Pedro Geraldes, Cláudia Guerreiro e Hélio Morais (também dos Paus e If Lucy Fell), quatro músicos com raízes na cultura punk e hardcore da década de 1990. O álbum de estreia “Olhos de Mongol”, foi editado em 2006. Preservando o caracter visceral do hardrock, o que se revela de forma mais notória nos concertos, os Linda Martini transportam-no para música onde se reconhecem dinâmicas do chamado pós-rock ou a energia dilacerante de uns Sonic Youth. No final de 2010, editaram o seu segundo álbum “Casa Ocupada”.