Este é um novo projeto de programação regular de cinema que resulta da parceria entre a Zero em Comportamento e a Casa do Comum, em Lisboa. Com uma semana de programação por mês, de quarta-feira a domingo, o projeto propõe um espaço de encontro em torno do cinema independente, do documentário e do cinema de autor, fora de qualquer lógica comercial.
Assente numa curadoria temática mensal, esta programação cruza filmes portugueses e internacionais, obras recentes e títulos já consagrados, partindo do catálogo da Zero em Comportamento e abrindo-se a outros filmes sempre que isso enriqueça a reflexão proposta. Cada mês organiza-se em torno de um tema — como corpo, memória, criação artística, pertença ou história coletiva — entendido como ponto de partida para pensar o mundo contemporâneo através do cinema.
A dimensão intimista da sala da Casa do Comum permite privilegiar sessões contextualizadas, conversas após os filmes e uma relação de proximidade entre público, obras e convidados. O objetivo não é a estreia nem a rentabilidade, mas a criação de hábitos culturais, a formação de públicos e o cinema enquanto ferramenta de pensamento, partilha e experiência coletiva.
A programação inclui também, de forma regular, duas sessões do Filminhos Infantis à Solta pelo País, dirigidas ao público infantil e às famílias, integradas no projeto como eixo autónomo, reforçando o caráter inclusivo e intergeracional da proposta.
A Zero em Comportamento na Casa do Comum afirma-se assim como um espaço de cinema em comum: um lugar para ver filmes com tempo, contexto e conversa, num diálogo contínuo entre criação artística, cultura e sociedade. Este projecto arranca já em Janeiro, o seguinte programa:
INFÂNCIA(S), JUVENTUDE & CRESCER
Este ciclo apresenta um conjunto de filmes dedicados às diferentes formas de atravessar a infância e a adolescência — e ao modo como as escolhas, os contextos e as relações moldam o crescimento. Entre o documentário e a ficção, com filmes portugueses e internacionais, este programa reúne quatro obras que olham para a juventude sem idealizações, dando espaço à vulnerabilidade, à descoberta, à resistência e ao risco de crescer.
Calendário:
Janeiro 2026
22 janeiro (quinta-feira) – 19h00 – Ser e Ter
30 janeiro (sexta-feira) – 19h00 – O Sol no canto da folha + Infância Adolescência Juventude
Fevereiro 2026
21 fevereiro (sábado) – 19h00 – Sweet Thing – Infância à Deriva
26 fevereiro (quinta-feira – 19h00 – STOP – Zemlia – Se Não Arriscares Nunca Saberás
Bilhetes:
Bilhetes até ao dia da sessão: 4€ · No dia da sessão: 5€